fj2Jejum

Sua oferta de jejum, fará mais do que levar ajuda para alimentar e vestir outros. Vai curar e transformar corações. ( Elder Henry B.Eyring Conf. Abril de 2015)

O Senhor deu a lei do jejum para nos abençoar (ver Isaías 58:6-12). As ofertas de jejum são usadas exclusivamente para atender as necessidades de bem-estar.

O bispo, com ajuda do conselho da ala, ensina a todos os membros a importância de viverem essa lei. Ele também ensina sobre as promessas do Senhor àqueles que vivem essa lei. Essas promessas incluem nos sentirmos mais perto do Senhor e uma compaixão maior pelo próximo. O Senhor também promete o aumento da força espiritual, o desenvolvimento do bem-estar temporal e um desejo mais forte de servir.

Restoration-of-AP-Helping-the-Poor-AV0802019cah013Em alguns lugares do mundo, os armazéns do bispo dispõem de alimentos e roupas. Onde não existem armazéns do bispo, as ofertas de jejum são usadas para fornecer alimentos e roupas. São também usadas para abrigo, assistência médica e outros auxílios para manter a vida.

O Comitê Geral de Bem-Estar da Igreja estipula uma quantia máxima que o bispo pode gastar com despesas médicas dos membros sem precisar de autorização. Quando as ofertas de jejum forem usadas para cuidados médicos, deve-se escolher um local adequado e próximo.

Não existe exigência de que as despesas das ofertas de jejum permaneçam limitadas às contribuições. O auxílio de bem-estar é para membros da Igreja e é geralmente financiado pelas doações de oferta de jejum. (Prover à Maneira do Senhor pgs. 7,8)

O Senhor descreveu Sua maneira de cuidar dos pobres e necessitados. Ele instrui os santos a “(darem de seus bens aos pobres, (…) e eles serão entregues ao bispo(…) e serão guardados em meu armazém para dar aos pobres e necessitados” (D&C 82:18-19)

O Senhor explicou também que as ofertas deveriam incluir os talentos dos membros. Esses talentos devem “ ser lançados no armazém do Senhor, (…) todo homem procurando os interesses de seu próximo e fazendo todas as coisas com os olhos fitos na glória de Deus” (D&C 82:18-19

Parte de suas ofertas será usada para ajudar as pessoas ao seu redor, talvez alguém de sua própria família. Os servos do Senhor farão oração e jejum para saber, por revelação, a quem ajudar e qual ajuda prestar. A parte das ofertas que não for utilizada para ajudar as pessoas em sua unidade local da Igreja será disponibilizada para abençoar, no mundo todo, outros membros da Igreja que estejam necessitados.

Existem muitas bênçãos associadas ao mandamento de jejuar pelos pobres. O Presidente Spencer W.Kimball afirmou que falhar em seguir a lei do jejum é um pecado de omissão cuja pena é alta. Ele escreveu: “O Senhor faz ricas promessas aos que jejum e ajudam os necessitados.(…) A inspiração e a orientação espiritual seguem a retidão e a proximidade ao Pai Celestial. Deixar de jejuar privar-nos-ia dessas bênçãos”.

Picture 006Não sabemos todas as razões pelas quais Jesus Cristo foi ao deserto para jejuar e orar. Mas sabem os pelo menos um dos efeitos alcançados: o Salvador resistiu totalmente às tentações de satanás de fazer mau uso de Seu poder divino.

O curto período no qual jejuamos todo mês e a pequena quantia que oferecemos para ser doada aos pobres talvez nos deem apenas uma pequena parte da mudança de natureza que nos levará a não mais desejar praticar o mal. Mas há uma grande promessa ao fazermos tudo o que pudermos, dentro de nossas possibilidades, para orar, jejuar e fazer doações aos necessitados: “Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda. Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui”. ( Elder Henry B.Eyring – Conf.Abril/2015- pg. 25)

Nosso principal propósito foi estabelecer (…) um sistema sob o qual a maldição da indolência fosse banida, os males da esmola abolidos e a independência, industriosidade, frugalidade e o autorespeito fossem mais uma vez estabelecidos entre o nosso povo. O objetivo da Igreja é ajudar as pessoas a se ajudarem. O trabalho deve ser reentronizado como princípio governante na vida dos membros de nossa Igreja. (A Primeira Presidência, outubro de 1936)

Links:

A Natureza Celestial da Auto-Suficiência – Presidente Marion G. Romney

A Lei do Jejum: Uma Responsabilidade Pessoal de Cuidar dos Pobres e Necessitados – Bispo Dean Davies

Não somos todos Mendigos? – Elder Jeffrey R. Holland

Porventura não é esse o jejum que escolhi? – Henry B. Eyring